Perspectivas!

Prezados;

Sempre atento às questões políticas do país e como a população é tratada em relação às decisões e os direcionamentos estratégicos na condução das políticas econômicas e sociais implementadas pelos governantes, faço coro à Boff: “o sujeito do poder político e de Estado não é mais a tradicional classe dominante”. E é isto que os incomoda tanto. Tentam a todo custo disseminar a ideia de que este governo é prejudicial à população, à nação. Que nação? Aquela dos que sempre exploraram, e ainda exploram, até a última gota de sangue dos trabalhados em prol de seu próprio bem estar?

Mas, se por um lado este governo que está aí conquistou um lugar de comando, de direção do que se precisa fazer para melhorar as condições de vida dos secularmente explorados, por outro, faz-se necessário medidas urgentes, estratégicas e capilares que envolvam os homens e mulheres de “bem” deste país nas tomadas de decisões, implementação e fiscalização das ações. Estratégias que garantam a efetiva Participação Popular. Tarefa nada fácil pois, avançamos pouco quando se trata de mobilizar os cidadãos a pensar, se posicionar e defender dialeticamente os seus posicionamentos. Esta me parece a mais segura maneira de sustentar no comando um governo que de fato represente os interesses da maioria da população. Sem tanta manipulação como acontece atualmente.

Quiçá, quando a Presidenta Dilma fala em mandato da Educação, possa-se propiciar condições nesta direção. Quiçá seja uma Educação nos moldes do que propôs Paulo Freire: “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam…”. As medidas mais urgentes devem ser aquelas que propiciem à população sair da ignorância.

Precisamos reconhecer, enquanto indivíduos, para alcançarmos um projeto maior de nação, de que somos todos egoístas na origem, quando crianças. E nesta fase não podemos permanecer. Temos que evoluir, não pensar apenas no nosso próprio umbigo. Pensar no bem comum, no outro. Melhor dizendo, nos outros 202 milhões de compatriotas.

O desafio é grande. O mercado financeiro mundial, os poderosos e famigerados capitalistas como sempre e provavelmente agora mais do que nunca, travarão uma queda de braço sem precedentes para que qualquer medida a ser implementada não funcione.

Precisam a qualquer custo provar a incompetência e a inconformidade deste governo.

Àqueles que sempre lutaram por melhores condições, menos desigualdades econômico-sociais, vai aqui uma proposição: renovar as forças, as crenças, arregaçar as mangas novamente e, convocar as comunidades, todos os “sábios”, a discutirem as novas medidas e avaliarem suas pertinências de modo a não permitir passo atrás. Principalmente no que diz respeito ao desvelamento do sombrio, da ignorância, do que é mau para o povo brasileiro, a curto, médio e longo prazo.

Que as próximas ações deste governo, e daqueles que tem compromisso com esta nação, venham no sentido de libertá-lá dos grilhões dos egoístas.

Sem medo de ser feliz!

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